sábado, 5 de outubro de 2024

A história de Germano da Costa e Adelaide de Jesus

      


                    " A história de Germano da Costa e Adelaide de Jesus" é um livro que retrata a vida de uma família com fortes ligações  à atual vila de Pampilhosa.   

Tem o apoio da Junta de Freguesia de pampilhosa  e cujos autores Luiz Antônio Domingos e  Fernando de Jesus Batista dão um importante contributo para a história de pessoas desta localidade. Possui prefácio de Carlos Alberto da Costa Cabral.

Os autores fazem uma importante contextualização através de uma rigorosa narrativa sobre a evolução da Pampilhosa através dos anos,     

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

A antiga fábrica de laranjadas e pirolitos

 


     Na Pampilhosa  existiu, na década de 40 princípios da década 50  do século passado,  uma pequena fábrica que se dedicava ao fabrico  de laranjadas e pirolitos, conforme a fatura que reproduzo. O seu nome CARMEL, identificava os seus dois sócios, pois as três primeiras letras eram as iniciais dos seus apelidos ( Carvalho e Melo).

  As essenciais com que fabricavam estes produtos eram importados da Alemanha.


 Eram em recipientes como este que aqui reproduzo, hoje com uma outra utilização, que eram realizadas as infusões que davam origem às famosas laranjadas e pirolitos comercializadas em toda esta região.  

Uma parte da maquinaria desta antiga fábrica encontra no museu de uma associação local.   

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Tentativa de roubo da Fonte do Garoto em 1947

 


Esta é uma noticia de uma tentativa de roubo da Fonte do Garoto, datada de 18 de Abril de 1947  publicada no jornal " Diário Nacional", escrita pelo seu correspondente em Pampilhosa . 


sábado, 23 de novembro de 2019

Escritores pampilhosenses. Mário Silva Carvalho


Mário Silva Carvalho nasceu na Pampilhosa. A narrativa deste novo livro é passada em Lisboa, Coimbra, Figueira de Foz, Luso e Pampilhosa. Este livro histórico é um importante documento para quem queira conhecer um pouco mais sobre a carbonária do nosso país. 
É um livro que aconselhamos a todos os nossos leitores.

domingo, 27 de outubro de 2019

Associação de Socorros Mútuos " 7 de agosto"

Cartaz publicitário da antiga Associação de Socorros Mutuos " 7 de agosto" datado de 1946, referente às comemorações das bodas de prata.


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Primeiro carimbo dos correios da Pampilhosa no ano de 1888.( História Postal)

Bilhete postal de D. Luís l circulado entre Pampilhosa e Porto datado de 7-9-1888  No verso deste postal tem carimbo da sua chegada ao Porto no dia seguinte. É o primeiro carimbo postal conhecido desta localidade, aparecendo a designação de " Pampilhosa" . Isto prova que nesta data já havia uma estação de correios nesta localidade. É um documento importante para a história postal desta atual vila.
Ao longo dos anos, conheceu esta localidade,  três locais onde se encontrou instalado os correios.
Na atualidade já se encontra extinto. Existe apenas um posto de correio conhecendo já duas localizações.

(Postal referente à primeira localização dos correios da Pampilhosa)

sábado, 10 de setembro de 2016

Escultura do escultor galego Armando Martinez. Inaugurado a 29 de agosto de 2016 em homenagem aos Bombeiros Voluntários da Pampilhosa na data em que comemoram os  90 anos da sua fundação.



sábado, 25 de julho de 2015

Selos comemorativos do 30.º aniversário de elevação da Pampilhosa a vila.

A Junta de Freguesia de Pampilhosa, entre outras iniciativas, editou cinco selos dos CTT para assinalar esta efeméride.
A Pampilhosa  é elevada a vila pela Assembleia da República a 9 de julho de 1985 sendo o seu presidente Fernando Monteiro do Amaral.


Os selos editados






quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Estação dos Correios da Pampilhosa

Este foi o local onde foi instalado  a primeira estação dos correios  da atual vila da Pampilhosa  no século dezanove.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Os nossos escritores. "Entre dois tempos" de Américo de Carvalho

 
     Américo de Cabral nasceu na Pampilhosa em 1920, localidade  onde passou a sua infância. Frequentou cerca de quatro anos o seminário de Coimbra.

     Em Angola onde passou a residir tomou parte nas primeiras lutas contra a guerra colonial. Esta opção valeu-lhe a prisão e a sua deportação. Só conseguiu voltar à Angola após a Segunda Guerra Mundial, território que se manteve até à sua Independência. Passou em seguida a viver em Paris.

     O livro descreve prioritariamente as suas vivências na Pampilhosa sendo uma obra importante para todos aqueles que queiram saber um pouco mais sobre o modo de vida e dificuldades de um tempo já distante para os atuais jovens.

sábado, 20 de setembro de 2014

As almas do lagar encontram-se em ruinas

Segundo a tradição popular,  estas "Almas do lagar" ( junto à atual escola C+S da Pampilhosa) terão sido mandadas construir por Manuel José Quinteiro por volta do ano 1800, em sinal de gratidão por se salvar  num momento de grande aflição, naquele local,  quando pediu ajuda às almas do purgatório, salvando-se assim de morte certa de um acidente de carro de bois.
 
 
Manuel Quinteiro era na época um almocreve e também tinha por missão receber dos habitantes de  Pampilhosa os foros do conventos de Lorvão. 
 
 
 
Estas alminhas encontram-se presentemente em mau estado de conservação ( fotografias de setembro de 2014)